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to em brasília... o satori abre hj o festival..
puxa, nunca fui tão bem recebido assim..
o pessoal que organiza o fic é fantástico..
e o festival acontece num lugar paradisíaco.. um resort..
trouxe uma american cinematographer (nov 07) e o sergey daney ("a rampa")...
algo me diz que ao lado de "paranoid park", "zodiac", "death proof" e "we own the night", teremos mais duas obras-primas esse ano...
"i'm not there", claro.. dylan..
e "control".. ian curtis.. joy division..
neste último dá pra espiar algo aqui.
as matérias na AC sobre esses dois filmes são sensacionais..
e tem muito a ver com um projeto nosso (de longa) totalmente inusitado... que pode sair logo logo..! seria rodado em vários formatos.. será?
a minha única certeza é que devemos filmar o que está dentro de nós..
algo bem escondido..
e tudo indica que sim..
em breve.
(everybody loves sushi)
uma idéia para outro filme.. abstrato ainda.
Satori Uso no Festival Internacional de Cinema de Brasília
O filme londrinense “Satori Uso” (BRA, fic, cor e p&b, 17 min, HDV>35mm, 2007) uma produção da Kinoarte com direção de Rodrigo Grota, será exibido nesta sexta, dia 30 de novembro, no Cine Academia (Academia de Tênis Resort) na Noite de Abertura do IX Festival Internacional de Cinema - FIC Brasília, festival que será realizado entre 30 de novembro e 11 de dezembro na capital do Distrito Federal. O filme será exibido ao lado do longa “O Amor nos Tempos do Cólera”, dirigido por Mike Newell e estrelado por Fernanda Montenegro.
“Satori Uso” abre o festival, mas em caráter não-competitivo, já que, segundo o regulamento do festival, só poderiam concorrer ao II Concurso Itamaraty para o Cinema Brasileiro filmes brasileiros falados originalmente em português. “Satori Uso”, por sua vez, é falado em inglês, a partir da voz em off do cineasta americano Jim Kleist, um dos personagens principais do filme.
De acordo com a organização do Festival, “neste ano, o FIC Brasília mostrará os últimos trabalhos de alguns grandes diretores, os quais fazem parte de uma boa safra de filmes, que deve chegar às telas dos cinemas brasileiros ao longo do próximo ano. Como já é tradicional, o FIC Brasília apresenta todo ano o trabalho de um importante diretor brasileiro. Este ano haverá uma retrospectiva completa de Joaquim Pedro de Andrade, totalmente restaurada. O Prêmio Itamaraty, por sua vez, confirma o sucesso de seu lançamento. O número de inscrições subiu de 102, no ano passado para 165 este ano, sendo 130 inscrições de curta-metragem e 35 de longas, o que representa praticamente toda a produção brasileira do ano em condições de participar do prêmio, segundo as regras do edital. Conforme previsto no edital, sete longas e dez curtas foram selecionados para disputar o prêmio oferecido pelo Ministério das Relações Exteriores”.
Produzido com patrocínio da Prefeitura de Londrina via Promic, “Satori Uso” é uma realização da Kinoarte. Inspirado na obra de Rodrigo Garcia Lopes, o filme recebeu três prêmios no 35º Festival de Cinema de Gramado (Melhor Filme – Crítica, Melhor Fotografia (para Carlos Ebert, ABC), Aquisição do Canal Brasil), Menção Honrosa no Curta Cinema 2007 - Festival Internacional de Curtas Metragens do Rio de Janeiro e Menção Honrosa na IV Mostra Curta Pará Cine Brasil. Estrelado por Rogério Ivano e Caren Utino, “Satori Uso” também foi exibido no 18º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo, 9º Festival do Rio 2007, 7ª Goiânia Mostra Curtas, 7º Festival Brasil Noar – Barcelona 2007 (Espanha), XXI Latin American Film Festival (EUA), 2º Festival Audiovisual da Lapa (PR), 9ª Mostra Londrina de Cinema (PR), Mostra AVEC 100 Anos (PR), e na 3ª Mostra Cinema Conquista (BA). Em julho de 2008, o filme irá participar do Festival de Cinema Brasileiro na Polônia. O filme também foi exibido em sessões especiais em Barcelona, Niterói, Curitiba, Recife, Belo Horizonte, Pato Branco, Cascavel e Ourinhos.
_mais informações sobre o fic Brasília
http://www.ficbrasilia.com.br/festival2007/index.html
_satori uso no youtube
trailer
http://www.youtube.com/watch?v=UFkkNV77h28
making of
http://www.youtube.com/watch?v=nk0CR3E_czs
CONTATO
contato@kinoarte.org.br
www.kinoarte.org.br
Kinoarte exibe os filmes premiados na 9ª Mostra Londrina de Cinema
A sessão desta terça, dia 27 de novembro, do projeto Kinoarte Mostra Curtas é privilegiada: irá contar apenas com os filmes premiados na 9ª Mostra Londrina de Cinema, incluindo a Competitiva Nacional e Londrinense. Os filme serão exibidos a partir das 21h, no Bar Valentino, com entrada franca. Confira a programação:
“Re(de)genere” (Londrina, doc, cor e p&b, 8 min, mini-DV, 2007), de Gabriela Canale, Guilherme Baracat e Regina Egger
Re(de)genere aborda a estética nazista para tratar o conceito de degeneração e intolerância 70 anos após a exposição “arte degenerada”. Esta mostra pretendeu comparar artistas surrealistas, cubistas, expressionistas, impressionistas e fauvistas a doentes mentais. Vista por quase 3 milhões de pessoas, a exposição que integrava a estratégia nazista em busca da eugenia reuniu cerca de 650 obras dos mais importantes artistas modernos. Curta produzido pela Associação Livre. Menção Honrosa na 9ª Mostra Londrina de Cinema.
Site: www.associacaolivre.org
contato: gabicanale@associacaolivre.com
“O Brilho do Café” (Londrina, doc, cor, 9 min, mini-DV), de Daniel Choma
Das geadas aos incêndios, da florada à colheita, da erradicação ao êxodo rural, homens e mulheres de Londrina contam histórias do trabalho nos cafezais. Traz fotografias inéditas de Armínio Kaiser (ex-funcionário do Instituto Brasileiro do Café), com registros do universo cotidiano das lavouras que inundaram o norte do Paraná após a segunda guerra mundial. Melhor Filme Júri Popular e Melhor Roteiro na Competitiva Local da 9ª Mostra Londrina de Cinema.
Site: www.camaraclara.com.br
contato: danielchoma@yahoo.com.br
“Patologia da Balbúrdia” (Londrina, exp, cor, 6 min, mini-DV, 2007), de Felipe Augusto Almeida de Oliveira
A grande essência da organização é a desordem... Curta produzido por aluno do curso de Artes Visuais – Multimídia da Unopar. Menção Honrosa na Competitiva Local da 9ª Mostra Londrina de Cinema.
contato: warung_16@hotmail.com
“Emílio em... Olvidos” (Londrina, exp, cor, 6 min, foto>mini-DV, 2007), de Aline Benites, Bruno Marques, Carolina Spisla, Daniel Martins, Erich George, Fenanda Castello Branco, Rafael Mattos, Thiago Rizzardi e Victor Gote.
A percepção através do som. Olvido: "ato ou efeito de olvidar; esquecimento”. Questionamos a existência do som, mesmo se este não é percebido. Um filme experimental que explora a história que se desenrola em um "extracampo" particular para cada espectador. Curta produzido por alunos da IESB Metropolitana. Melhor Filme Júri Oficial, Melhor Direção e Melhor Fotografia na Competitiva Local da 9ª Mostra Londrina de Cinema.
contato: erichgeorge@yahoo.com.br
“Paralelos” (BA, fic, cor, 15 min, 35mm, 2007), de Alexandre Basso
Com Arthurh de Moura, Beth Terras, César Chedid e Dílson De Souza.
No interior do pantanal brasileiro, o final do transporte ferroviário mudou a vida da família de Pedro, um garoto de 10 anos que é apaixonado pelo trem. Na encruzilhada entre a partida e esperança, Antônio, Maria e Pedro precisam decidir seu destino. Melhor Filme Júri Popular na Competitiva Nacional da 9ª Mostra Londrina de Cinema.
contato: alexandre@docdoma.com.br
“Transtorno” (RJ, fic, cor, 10 min, 35mm, 2006), de Fernanda Teixeira
Com Miguel Rosenberg.
Escritor frustrado é constantemente incomodado pelos hábitos barulhentos de sua avó e seus quinze gatos. A dificuldade da convivência cotidiana entre duas pessoas que moram juntas. Melhor Direção de Arte na Competitiva Nacional da 9ª Mostra Londrina de Cinema.
contato: fspteixeira@bol.com.br
“Saliva” (SP, fic, cor, 15 min, 35mm, 2007), de Esmir Filho
Com Mayara Comunale, Gabriel Cavicchioli e Hellen Vasconcelos.
Uma viagem na mente de uma menina de 12 anos prestes a dar seu primeiro beijo. Dúvidas e medos mergulhados em saliva. Selecionado para a Semana Internacional da Crítica no Festival de Cannes 2007; Melhor Direção no 35º Festival de Cinema de Gramado; um dos dez filmes brasileiros mais bem votados e Prêmio Especial de Aquisição do Canal Brasil no 18º Festival Internacional de Curtas de São Paulo. Melhor Direção e Melhor Montagem na Competitiva Nacional da 9ª Mostra Londrina de Cinema.
Site: www.ioiofilmes.com
contato: esmirfilho@ioiofilmes.com
“Um Ramo” (SP, fic, cor, 15 min, 35mm, 2007), de Juliana Rojas e Marco Dutra
Com Lilian Blanc, Júlia Albergaria, Natacha Dias e Matheus de Jesus.
Clarisse descobre uma pequena folha crescendo em seu braço direito. Prêmio Descoberta Kodak para Melhor Curta-metragem na Semana Internacional da Crítica do Festival de Cannes 2007. Melhor Roteiro na Competitiva Nacional da 9ª Mostra Londrina de Cinema.
contato: casalmedo@yahoo.com.br
“Pugile” (SP, fic, cor, 20 min, 35mm, 2007), de Danilo Solferini
Com Gustavo Brandão, Marcilia Rosária Da Silva, Diogo Junqueira e Avelino da Silva.
Pugile trata da relação entre dois irmãos, um deles portador de síndrome de Down. A incompreensão mútua, a responsabilidade e os conflitos familiares são trazidos à tona com o desfalecimento e possível perda da mãe. Melhor Filme, Melhor Ator (Gustavo Brandão e Diego Junqueira Avelino da Silva) e Prêmio Panda no 5º Curta Santos. Prêmio Cachaça Cinema Clube no 18º Festival Internacional de Curtas de São Paulo. Melhor Filme Júri Oficial e Melhor Fotografia na Competitiva Nacional da 9ª Mostra Londrina de Cinema.
contato: politheama@politheama.com.br
A 9a Mostra Londrina de Cinema, uma realização da Kinoarte, foi organizada pelos cineastas Argel Medeiros, Bruno Gehring, Guilherme Peraro e Rodrigo Grota, e contou com patrocínio da Petrobras (via Lei Rouanet) e da Prefeitura de Londrina (via Promic), além do apoio cultural da Plaenge, Grupo Paulo Pimentel, Divisão de Cinema e Vídeo da Casa de Cultura da UEL, CDPH/UEL, site Curta o Curta, revista Contracampo, Restaurante La Francines, Vila Cultural Cemitério de Automóveis, Tecway, Cedro Hotel, Projeto Cinema e Vídeo na Escola do curso de Artes Visuais - Multimídia da Unopar, Gráfica Idealiza, Auto Posto Petroband, Avec, CTAV, Universidade FM, Agência Londrix, Bar Valentino e Kinopus.
O projeto Kinoarte Mostra Curtas é um dos projetos de exibição da Kinoarte (Instituto de Cinema e Vídeo de Londrina). Desde outubro de 2004, a Kinoarte exibe curtas metragens com entrada franca no Bar Valentino. A Kinoarte é uma associação cultural sem fins lucrativos criada no dia 21 de julho de 2003 com quatro objetivos: produzir, exibir e preservar filmes, além de realizar projetos de formação audiovisual.
Contato: contato@kinoarte.org.br
O cinema de gênero está morrendo. Poucos cineastas se atrevem a contar uma história. Não há mais espaço para personagens e temas “maiores que a vida”.
Bem, todas as possíveis “certezas” sobre o cinema contemporâneo caem por água abaixo diante de um monumento chamado “We Own the Night” (Os Donos da Noite). James Gray, assim como nos anteriores “Little Odessa” (Fuga para Odessa) e “The Yards” (Caminho sem Volta), rompe com todos os paradigmas de um certo cinema que está muito mais próximo de uma pintura abstrata do que a tradição figurativista.
Não se trata, nesse caso, de renegar as possibilidades oferecidas por cineastas como Hou Hsiao-hsien e Apichatpong Weerasethakul, que, em certa medida, revisitam e ampliam uma certa estética já proposta por Antonioni nos anos 60. Trata-se apenas do reencontro com um certo tipo de cinema que parecia estar morrendo, preso em lógicas por demais previsíveis, sem criatividade visual e suporte dramático à altura.
O que James Gray faz em “We Own the Night” é quase um grito silencioso conclamando os demais cineastas a uma possibilidade narrativa que já consagrou dezenas de diretores na tradição cinematográfica americana. Temos em seu filme todas as características de um policial clássico: o protagonista (Joaquin Phoenix) que não quer desempenhar seu papel central na trama; um personagem que serve como exemplo moral (Robert Duvall) e que se apresenta ao mesmo tempo de forma frágil e fria; e uma antípoda (Mark Whalberg), que concentra todos os valores que o protagonista recusa, e que vai, em certa medida, motivar uma reviravolta em seu universo. Por mais que o mafioso russo seja o vilão explícito do filme (e seja o personagem que cause mais repulsa diante do público), o grande inimigo na verdade está dentro do personagem de Phoenix: trata-se dele mesmo – uma luta interna contra um universo de valores que ele abandonou, que podem até fazer parte de sua natureza, mas, que pela sua trajetória, ele decidiu anular.
Como bem disse o editor da Contracampo, Luiz Carlos Oliveira Junior, em sua crítica, “We Own the Night” tem ressonâncias shakespearianas: o conflito entre irmãos (Rei Lear), respeito e repulsa em relação ao pai (Rei Lear); a vingança pela morte paterna (Hamlet); a renúncia em ser inserido em um código de valores que já não lhe pertence (Hamlet).
Trata-se de um épico, com claras referências ao gênero policial, e aqui cabe uma citação do crítico francês Serge Daney: “O que vai ser filmado (quase) sempre já foi filmado. E quanto às imagens das quais ainda nos alimentamos, devemos concordar que seu referente não é mais precisamente uma “realidade” que experimentamos, mas sim a experiência imaginária que temos por já tê-la visto em outros filmes, o hábito formado pouco a pouco com a sua visão. Em todo plano de um homem andando na rua, eu não conecto a ele minha experiência – rica, no entanto – da caminhada, mas uma série de lembranças, da “Aurora”, de Murnau, até “A Punição”, de Jean Rouch. O que é a morte, para a nossa geração cinemaníaca que se joga nas cinematecas, senão o efeito dos corpos tombando por terra no cinema?” (A Rampa, pg 41).
Essa teoria de Daney se aplica exatamente ao que sentimos ao assistir “We Own the Night”: estamos diante de um universo simbólico familiar, que já conhecemos de longa data: quando vemos o personagem de Phoenix jogando cartas com seus amigos, com Eva Mendes a tira-colo, ocorre um reconhecimento prazeroso do universo de filmes de gangster. O mesmo efeito se repete quando Eva Mendes sai do seu quarto fumando, em câmera lenta, em uma sublimação capaz de arrebatar qualquer platéia. Há também a cena já clássica de abertura do filme, em que Eva está se masturbando ao som de “Hearts of Glass”, da Blondie. E não há como esquecer a majestosa perseguição de carros, que imediatamente nos remete a exemplos máximos como “The French Connection” e “Bullit”, mas ganha um toque pessoal de Gray ao ser mais concisa e visualmente dramática com o realce da chuva.
Não tenho certeza se Gray, assim como Abel Ferrara, é do time que prefere filmar menos e com mais de uma câmera (nos créditos finais constam câmeras A, B e C). O que nos impressiona, sem dúvida, é a verdade dramática atingida pelos atores, o que se evidencia mais ainda em cenas de um certo extremismo emocional. O momento em que Robert Duvall recebe a notícia em relação a um dos seus filhos, por exemplo, é exemplo de concisão e ao mesmo tempo explosão emocional. A cena que sucede a perseguição, em que Phoenix se vê diante do ápice de uma certa tragédia pessoal, é arrebatadora também.
Phoenix, aliás, é um dos pontos altos do filme. Excepcionalmente adequado ao personagem, ele consegue caminhar entre limites extremos com uma fluidez digna dos grandes intérpretes. Seu personagem, a alma do filme, desce do paraíso a um pesadelo terrível em poucos minutos. Seu rosto, no entanto, sua forma de andar, de ouvir, de falar, permanece sempre em uma esfera ambígua, em que pouco sabemos da sua vontade real.
Se não servir para ressuscitar o cinema de gênero de vez, “We Own the Night” já terá cumprido a sua missão ao menos por nos revelar que ainda é possível criar uma obra tão majestosa com elementos básicos e muito bem orquestrados. Ao lado de “Zodiac” (Zodíaco), de David Fincher; e da primeira metade de “Bug” (Possuídos), de William Friedkin, trata-se do melhor elogio feito nos últimos anos a um certo cinema americano setentista.
E em 2009 estréia “Two Lovers”, de James Gray, novamente com Joaquin Phoenix. Que venha uma nova obra-prima!
sim, ela tem um liquidificador... tão doce ela..
sim, ela terá uma chave..
sempre de pijaminha...
"black star, black star.. agora tenho em dvd!"
tudo tão mágico que talvez o "homem de costas" se vire!
hoje tomei a decisão mais importante na minha vida.
tudo mais leve agora...
(o reencontro será mágico.
vc sempre esteve aqui)
_OFICINAS KINOARTE 2007
oficina de realização em cinema
A Kinoarte irá oferecer uma Oficina de Realização em Cinema nos dias 17, 18, 24 e 25 de novembro, e 1º e 2 de dezembro de 2007 em Londrina. As inscrições podem ser feitas no Espaço Kinoarte (Avenida Jorge Casoni, 2355, Centro, fone 3323 8739), de segunda a sexta, em horário comercial, até 16 de novembro, e custam R$ 250,00. As vagas são limitadas. O curso é aberto também a pessoas que não residem em Londrina.
A Oficina será ministrada por Rodrigo Grota (direção, roteiro e montagem), Bruno Gehring (produção), Anderson Craveiro (direção de fotografia e edição) e José de Aguiar (direção de arte). Nessa Oficina, uma turma de no máximo 20 alunos irá filmar o roteiro vencedor do 1º Prêmio Francelino França.
O curso se divide em três módulos: 1º fim de semana: aulas teóricas em turmas separadas (direção, fotografia, produção e arte); 2º fim de semana: filmagens; 3º fim de semana: montagem e finalização. O filme terá entre 4 e 10 minutos.
Conheça o currículo dos professores:
Rodrigo Grota
Diretor dos filmes “Booker Pittman” (2008), “Diálogos em uma só Voz” (2008), “Satori Uso” (2007), “O Quinto Postulado” (2006), “Inimigo Público n.1” (2005) e “Londrina em Três Movimentos” (2004). Um dos organizadores da Mostra Londrina de Cinema. Um dos fundadores e atual Presidente da Kinoarte. Editor-chefe da revista de cinema taturana. Crítico de cinema do portal Bonde e agência Londrix. Formado em Jornalismo, especialista em Filosofia, e mestrando em Letras.
Bruno Gehring
Produtor dos filmes “Booker Pittman” (2008), “Maria Angélica” (2008), “Diálogos em uma só Voz” (2008), “Satori Uso” (2007), “O Quinto Postulado” (2006) e “Inimigo Público n.1” (2005). Co-diretor dos curtas “João Pipoca” (2004) e “Manequim 37” (2003). Um dos organizadores da Mostra Londrina de Cinema. Um dos fundadores e atual Diretor-Financeiro da Kinoarte. Produtor da revista de cinema taturana. Formado em Jornalismo.
Anderson Craveiro
Diretor do curta “João Pipoca (2004). Diretor de Fotografia do curta “Diálogos em uma só Voz” (2008). Co-diretor de fotografia dos curtas “Londrina em Três Movimentos” (2004) e “Manequim 37”. 1o assistente de fotografia nos curtas “Booker Pittman” (2008), “Maria Angélica” (2008) e “Satori Uso” (2007). Coordenador de exibição da Mostra Londrina de Cinema. Um dos fundadores e atual vice-presidente da Kinoarte. Formado em Artes Visuais - Multimídia, curso no qual se especializou e do qual atualmente é professor.
José de Aguiar
Diretor de arte dos filmes “Booker Pittman” (2008), “Satori Uso” (2007), “O Quinto Postulado” (2006) e “Londrina em Três Movimentos” (2004). Um dos fundadores da Kinoarte.
Londrina em três Movimentos recebeu o prêmio de melhor direção na 5ª Goiânia Mostra Curtas; João Pipoca recebeu menção honrosa pela fotografia na 7ª Mostra Londrina de Cinema; O Quinto Postulado recebeu o prêmio de melhor fotografia no 2º Curta Canoa - Festival Latino-Americano de Curta-Metragem de Canoa Quebrada; Satori Uso recebeu os prêmios de Melhor Filme (Crítica), Melhor Fotografia (Júri Oficial) e de Aquisição do Canal Brasil no 35º Festival de Cinema de Gramado, além de Menção Honrosa no Curta Cinema 2007 – Festival Internacional de Curtas Metragens do Rio de Janeiro e IV Mostra Curta Pará Cine Brasil.
_sobre a kinoarte
A Kinoarte (Instituto de Cinema e Vídeo de Londrina) é uma associação cultural sem fins lucrativos criada no dia 21 de julho de 2003 com quatro objetivos: produzir, exibir e preservar filmes, além de realizar projetos de formação audiovisual.
Mais informações:
Espaço Kinoarte 55 43 3323 8739 / 55 43 9959 1476 / 55 43 9902 2669
www.kinoarte.org.br ou
contato@kinoarte.org.br